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Vícios de linguagem que você deve evitar

Vícios de linguagem que você deve evitar. Veja neste artigo os tipos de vícios de linguagem mais recorrentes e aprenda como identificá-los em provas e no dia-a-dia.

A língua portuguesa é muito rica em conteúdo, principalmente o gramatical. Sendo assim, fica fácil cometer erros. Que em muitas vezes passa despercebido por ser um vício de linguagem.

Mas se você está se perguntando o que são vícios de linguagem, neste artigo vamos abordar sobre erros mais comuns. Além disso, vamos dar dicas de como não os cometer, principalmente durante provas para concursos ou para o Enem.

Vícios de linguagem, o que são?

Os vícios de linguagem nada mais são que erros cometidos frequentemente e que podem parecer corretos à primeira vista. Usado na maioria das vezes por pessoas que não tem conhecimento ou quem sabe falta de atenção.

Vamos listar abaixo alguns dos erros mais comuns praticados na língua portuguesa. Muitos inofensivos, contudo no momento de uma prova ou avaliação fica sendo um erro fatal.

  • Barbarismo;
  • Arcaísmo;
  • Ambiguidade;
  • Cacófatos;
  • Eco;
  • Pleonasmo;
  • Neologismo;
  • Solecismo;
  • Plebeísmo;
  • Generalizações;
  • Redundância;
  • Repetições;
  • Panaroma geral

Erros mais comuns()

Entre os erros mais comuns vamos agora destacar alguns que acontecem com mais frequência. Tendo como causas a falta de atenção ou desconhecimento das regras da gramática da língua portuguesa.

Barbarismo

Quem nunca ouviu um “pobrema” na vida? esse é um dos erros mais comuns da língua portuguesa. Muito comum ouvirmos pessoas que mesmo tendo estudos acabam falando da mesma forma que a maioria a seu redor.

Nesse caso o barbarismo se caracteriza pelo desvio em relação a palavra, tanto na grafia quanto na pronúncia. Sendo que o mais comum é ouvirmos errado ao invés de lermos errado.

Assim, outro exemplo que podemos dar de barbarismo é a palavra adivinhar, que muitas vezes é escrita como “advinhar“. Esse tipo de erro ocorre muito quando a pessoa escreve a palavra como ouve.

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Ambiguidade

Outro erro muito comum em redações de concursos é a ambiguidade. Caracterizada pelo duplo sentido de uma frase, podendo confundir o leitor em um caso de contexto.

Como exemplo podemos usar a frase onde está o gato do seu irmão. Nessa frase não está implícito se estamos falando de um animal – gato ou estamos elogiando a beleza do menino.

Outro exemplo que podemos usar é Luís falou a amiga que jogava vôlei. Nessa frase não está subentendido quem jogava vôlei, a amiga de Luís ou mesmo o Luís.

Assim, quando a ambiguidade acontece o contexto da frase pode mudar e a interpretação pode levar a erros. Muitas vezes quando estamos distraídos no momento da leitura.

Pleonasmo

Outra frase de quem nunca ouviu um entrar para dentro ou sair para fora? Esses são casos de pleonasmo, onde existe redundância na frase, confundindo a interpretação da informação que está sendo passada.

Plebeísmo

O plebeísmo é um erro muito comum entre os jovens, não pela idade mas pela facilidade de entendimento na comunicação. Sendo assim, gírias, expressões de bairro ou mesmo desconhecimento podem ocorrer.

Dessa forma, para quem vai fazer provas de concursos ou do Enem. Sendo assim, muito cuidado para não escrever como está acostumado a falar entre amigos. As redações devem ter conteúdo gramatical suficiente para a aprovação.

Solecismo

O solecismo é caracterizado pelo erro das palavras na sintaxe, não especificamente na grafia das palavras como no barbarismo. Assim, vamos ver alguns tipos de solecismos muito comuns:

  • Concordância – faz muitas décadas ao invés e faz muitas décadas;
  • Regência – assisti a notícia ao invés de assisti à notícia;
  • Colocação – ela falou que sentia-se sozinha ao invés de ela falou que se sentia sozinha.

Redundância

Para finalizarmos, podemos dizer que a redundância é outro erro muito comum nas provas. Sendo sua ocorrência por muita falta de atenção, mais até que o desconhecimento do vício de linguagem.

Assim, temos alguns exemplos muito recorrentes como:

  • Pequeno detalhe;
  • Ambas as duas;
  • Há anos atrás;
  • Rotinas diárias;
  • Elos de ligação;
  • Outras alternativas;
  • A grande maioria;
  • Surpresa inesperada;
  • Panorama geral.